terça-feira, 12 de maio de 2026

quarta-feira, 1 de abril de 2026

Veja o que diz o relatório final do acidente que matou Marília Mendonça

De acordo com o advogado, não houve falha humana ou mecânica. No trecho do laudo fala em "avaliação inadequada do piloto"
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Marília Mendonça

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), vinculado à Força Aérea Brasileira (FAB), divulgou, nesta segunda-feira (15/5), o relatório final das investigações acerca do acidente aéreo que causou a morte da cantora Marília Mendonça e de outras quatro pessoas, em Minas Gerais, em novembro de 2021.

De acordo com o advogado dos familiares da cantora, Robson Cunha, não houve falha humana ou mecânica. O laudo foi lido, primeiramente, aos defensores. No entanto, mais tarde, após a FAB dar publicidade ao documento, uma das páginas mostra que “houve uma avaliação inadequada [por parte do piloto] acerca de parâmetros da operação da aeronave, uma vez que a perna do vento foi alongada em uma distância significativamente maior do que aquela esperada”.

Perna do vento significa que a aeronave está na trajetória de voo paralela à pista, no sentido do pouso.

Segundo o advogado, as decisões por parte do piloto “não demonstraram erro”. Ainda conforme a investigação da Aeronáutica, os cabos da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) foram um obstáculo para o avião e conclui não ter havido qualquer tipo de falha operacional. “A mudança da rota não demonstra erro.”

Segundo o Cenipa, as torres da empresa foram preponderantes para a tragédia e a altura da aeronave “estava dentro dos padrões”. “O Cenipa não aponta culpados. A intenção do órgão é criar um ambiente para que situações futuras sejam evitadas”, ponderou o advogado da família da cantora, Robson Cunha.

Veja o que disse o advogado da cantora:

Antes da leitura do laudo aos advogados dos familiares das vítimas, os oficiais da Aeronáutica fizeram uma recomendação para que a Cemig reforce a sinalização das redes de alta tensão, principalmente naquelas que têm proximidade com o espaço aéreo.

Em novembro de 2021, Vitória Medeiros, filha de Geraldo Martins de Medeiros Júnior, 56 anos, piloto que conduzia o avião com a cantora, disse que processaria a Cemig, responsável pela torre de distribuição que teve o cabo atingido pela aeronave, no município de Caratinga.

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