terça-feira, 5 de maio de 2026

quarta-feira, 1 de abril de 2026

Médico é preso após atirar em policial durante operação Gaeco contra atestados falsos

Alvo da Efeito Colateral estava na região de Balneário Camboriú quando foi abordado e reagiu. Um policial militar foi atingido na perna, atendido pelo Corpo de Bombeiros e levado ao hospital em estado estável de saúde, informou a PM.
Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on telegram
Share on whatsapp
Share on email

Um médico atirou em um policial militar durante a operação Efeito Colateral, no Litoral Norte catarinense, nesta terça-feira (5). O profissional seria o responsável por emitir os atestados falsos para beneficiar detentos do complexo penitenciário da Canhanduba de Itajaí. Com os documentos assinados por ele, uma advogada solicitava à Justiça a liberdade ou regressão para a prisão domiciliar dos clientes detentos.

O médico era um dos alvos da ação deflagrada pelo Gaeco nesta terça, que cumpre quatro mandados de prisão e 35 de busca e apreensão em Camboriú, Itajaí, Balneário Camboriú, Barra Velha, Gaspar, Navegantes, Joinville, Itapema e Porto Belo, em Santa Catarina e Pinhais e Pontal do Paraná, no Paraná. O homem, um dos alvos na região de Balneário Camboriú, reagiu à abordagem com diversos disparos de arma de fogo.

Um policial militar foi atingido na perna, atendido pelo Corpo de Bombeiros e levado ao hospital em estado estável de saúde, informou a PM. O médico foi preso.

Simulação de comorbidades

A investigação, conduzida pelo Ministério Público de Santa Catarina, indica que uma advogada atuava com o médico para que fossem emitidos atestados falsos, simulando comorbidades graves e inexistentes para fundamentar pedidos de liberdade ou prisão domiciliar. Os nomes dos dois não foram revelados.

A maioria dos apenados beneficiados são lideranças criminosas que, uma vez em prisão domiciliar, frequentemente rompem a tornozeleira eletrônica e tornam-se foragidos. Por isso, também são alvos da operação os que são procurados pela Justiça.

Mandados estão sendo cumpridos em endereços residenciais e empresariais vinculados aos investigados para recolher documentos, equipamentos eletrônicos, mídias e outros elementos probatórios. O caso tramita sob sigilo, mas uma coletiva de imprensa deve ser concedida ainda nesta manhã para divulgação de mais detalhes da operação.

Fonte Original | Carneiro News

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Veja também

Erro, não existe o grupo! Verifique sua sintaxe! (ID: 9)
Erro, não existe o grupo! Verifique sua sintaxe! (ID: 10)
Erro, não existe o grupo! Verifique sua sintaxe! (ID: 11)
Erro, não existe o grupo! Verifique sua sintaxe! (ID: 12)