segunda-feira, 11 de maio de 2026

quarta-feira, 1 de abril de 2026

Trapaceira é presa por golpe do bilhete premiado em Camboriú

Polícia investiga possível participação de outras pessoas no esquema. A prisão foi resultado de uma operação integrada entre as polícias civis de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.
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Uma mulher foi presa ontem (27), em Camboriú, suspeita de envolvimento em um esquema do conhecido “golpe do bilhete premiado”, que ainda faz muitas vítimas.

A prisão foi resultado de uma operação integrada entre as polícias civis de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. O SIC (Setor de Investigações e Capturas) de Camboriú cumpriu duas ordens judiciais expedidas pela 2ª Vara Regional de Garantias de Porto Alegre (RS) contra J.V.S., sendo uma de busca e apreensão e outra de prisão pelo crime de estelionato.

Segundo a Polícia Civil, a ação começou após pedido de apoio da 3ª Delegacia de Polícia de Porto Alegre. Após monitoramento, a suspeita foi localizada e presa. Depois dos procedimentos, a mulher foi encaminhada ao presídio feminino do Complexo Penitenciário da Canhanduba, onde segue à disposição da Justiça.

As investigações continuam para apurar a possível participação de outras pessoas no esquema. O golpe do bilhete premiado é um tipo de estelionato em que criminosos enganam a vítima ao afirmar que possuem um bilhete de loteria supostamente premiado, geralmente da Mega-Sena, mas que não conseguem sacar o valor. Eles convencem a pessoa a “ajudar”, oferecendo o prêmio em troca de um pagamento antecipado, sob a promessa de dividir o dinheiro.

Para dar credibilidade, os golpistas atuam em grupo e usam histórias elaboradas, pressionando a vítima a tomar uma decisão rápida. Após receber o dinheiro, desaparecem, deixando prejuízo sem qualquer prêmio real.

A orientação da polícia é desconfiar de ofertas de dinheiro fácil ou vantagens, especialmente quando há pedido de pagamento antecipado. A recomendação é não entregar dinheiro a desconhecidos, não fornecer dados pessoais e acionar a Polícia Militar pelo 190 ou a Polícia Civil pelo 181 em caso de suspeita.

Fonte Original | Carneiro News

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