terça-feira, 21 de abril de 2026

quarta-feira, 1 de abril de 2026

Projeto Barra Velha Starcity

Nesta quarta-feira, 17/04, a Prefeitura de Barra Velha, através do Centro de Videomonitoramento, apresentou Prova de Capacidade Técnica da Tecnologia de Reconhecimento Facial ao Ministério Público, à 42ª Subseção da OAB de Bal. Piçarras, à AMVALI, CONSEG e CDL.

Nesta quarta-feira, 17/04, a Prefeitura de Barra Velha, através do Centro de Videomonitoramento, apresentou Prova de Capacidade Técnica da Tecnologia de Reconhecimento Facial ao Ministério Público, à 42ª Subseção da OAB de Bal. Piçarras, à AMVALI, CONSEG e CDL.

O projeto, que iniciou sua fase de testes no final de 2022, concluiu sua primeira etapa e segue para a próxima com a integração a pontos estratégicos do Município. O projeto denominado “SmartCity” cujo significado é Cidade Inteligente, segue seu desenvolvimento em conjunto com o MP e a OAB de SC.

Nas palavras do Dr. Francisco Ribeiro Soares, Promotor de Justiça de Barra Velha: 

“A tecnologia de reconhecimento facial traz um impacto significativo para a era moderna. Tem o potencial de transformar muitos aspectos da vida em sociedade. No que tange à segurança pública, essa tecnologia pode auxiliar na prevenção e detecção de crimes, por exemplo, diminuindo consideravelmente o tempo de resposta na identificação de possíveis criminosos, proporcionando assim, maior segurança em locais públicos”. 

Já a Dra. Emmanuelle Teixeira – OAB de Piçarras, destaca:
“A tecnologia de reconhecimento facial é potencialmente eficaz na solução de casos de pessoas desaparecidas. Proporciona agilidade na localização ao comparar imagens de câmeras de segurança com fotos fornecidas pelos familiares. Dado o grande número de câmeras disponíveis em muitas cidades, a tecnologia pode cobrir uma área muito maior do que seria possível por buscas humanas e quanto mais rápido uma pessoa desaparecida é localizada, menor é o trauma para a pessoa e seus familiares. É uma valiosa ferramenta, também, na prevenção de tráfico humano, identificando vítimas potenciais em pontos de trânsito.

Quanto à tecnologia empregada no projeto, explica o Coordenador da Central Regional de Videomonitoramento, Everson Brandão: 
“Trata-se de visão computacional onde utilizamos as imagens das câmeras existentes na infraestrutura das cidades para aplicar a inteligência artificial no que for necessário. As imagens podem ser utilizadas para reconhecimento facial, identificação de artefatos, detecção de pessoas armadas, diferentes analíticos, etc. Tudo isso baseado em rede neural viva de próxima geração”.

Para o prefeito Daniel Pontes, trata-se de uma ferramenta inovadora e eficaz para reforçar a segurança com o apoio das instituições envolvidas ou do MP e da OAB.

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