Na sua página oficial, a Fundação Municipal do Meio Ambiente de Barra Velha (FUNDEMA) se apresenta como o órgão ambiental do município, que tem o objetivo de “fazer cumprir a legislação ambiental”.
Mas, espera aí !!! Não deveria ser muito mais ?!?
A FUNDEMA deveria, sugeridamente, ampliar seu olhar para além da lógica puramente restritiva e assumir, com ainda mais ênfase, o papel de indutora de plantios corretos e de políticas eficazes de mitigação das devastações ambientais.
Mas, proteger não significa impedir o desenvolvimento e, sim, orientá-lo com critérios técnicos, sensibilidade social e visão estratégica de longo prazo.
É plenamente possível — e necessário — equilibrar preservação ambiental e crescimento socioeconômico, evitando que exigências técnicas se transformem em custos insuportáveis para empreendedores, agricultores, comerciantes e para o próprio município.
Ao incentivar, por exemplo, projetos de arborização planejada, com espécies adequadas ao solo, ao regime de ventos e ao bioma local, a fundação poderia promover benefícios concretos e mensuráveis. O sombreamento de vias urbanas, por exemplo, reduz ilhas de calor, melhora o conforto térmico, diminui o consumo de energia elétrica e qualifica os espaços públicos. A vegetação correta também contribui para a retenção de água da chuva, redução de erosões, melhoria da qualidade do ar e valorização imobiliária.
Enfim, árvores bem escolhidas (incluindo as denominadas “exóticas” pelos “ecochatos”) não são entraves ao progresso; constituem a infraestrutura verde, tão essencial quanto ruas bem pavimentadas ou redes de saneamento.
Além disso, o paisagismo urbano planejado fortalece a identidade da cidade, tornando-a mais acolhedora para moradores e atrativa para visitantes e investidores.
Enfim, uma política ambiental moderna precisa combinar fiscalização responsável com orientação técnica acessível, protocolos claros, prazos razoáveis e diálogo permanente com a sociedade.
Em resumo, mais do que dizer “não”, é preciso mostrar “como fazer certo”. Afinal, o desenvolvimento sustentável não nasce da oposição entre economia e meio ambiente, mas da integração inteligente entre ambos.
Isto tudo porque, quando o plantio correto é visto como investimento — e não como obstáculo burocrático — a cidade cresce com qualidade de vida, equilíbrio ecológico e prosperidade compartilhada.
Não é o que todos desejamos ?!? Quiçá tenhamos êxito, com apoio, nunca entraves de órgãos públicos !!!
Coordenador:𝕰𝖒𝖎́𝖑𝖎𝖔 𝕯𝖆 𝕾𝖎𝖑𝖛𝖆 𝕹𝖊𝖙𝖔
PhD/Dr.Ing, PósDoc
Consultor, Mentor e Conselheiro
em Profissionalização, Governança e Sucessão de Empresas Familiares
www.consultoria3s.com
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47 9 9977 9595
Ex-Professor na Engenharia Mecânica UFSC, Ex-Diretor Vice-Presidente WEG
Cofundador ARCO-ÍRIS Alimentos, Cofundador FECIAL Agroindústria
Conselheiro Deliberativo da ACIJS-Jaraguá do Sul, por mais de 30 anos
Integrante da Câmara das Indústrias do CDL de Barra Velha e São João do Itaperiú
Membro da AEBAVE-Associação Empresarial de Balneário Piçarras e Barra Velha
Membro da Associação Comunitária de Desenvolvimento de Itajuba
Candidato a Membro da Associação dos Moradores da Praia do Tabuleiro
Morador Fixo de Barra Velha, desde 21.10.2024
Um Apaixonado pela Vida, Trabalho e Entorno
Eterno Corredor de Risco (1953-…)
Corredor, desde 1974 (65 mil km)
Participante de Corridas de Rua, desde 2001 (520 km)
Ciclista de Estrada, desde 2004 (26 mil km)
Ex-Coordenador do Clube do Andarilho (1996-2006)
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