quinta-feira, 16 de abril de 2026

quarta-feira, 1 de abril de 2026

Emílio da Silva Neto

Textos quinzenais (como os 👆👇) sobre EXCELÊNCIA NO TRABALHO E NA VIDA, sendo a “EXCELÊNCIA” a busca da melhor versão de cada um, em busca do desenvolvimento de empresas, cidades e estados, para um futuro melhor ao Brasil

PhD/Dr.Ing, PósDoc
Ex-Professor Engenharia UFSC
Ex-Diretor Superintendente WEG
Cofundador ARCO-ÍRIS Alimentos (www.arcoirisespecialidades.com)
Cofundador FECIAL Agroindústria
Conselheiro e Consultor Empresarial Familiar (www.consultoria3s.com)
Qualificando a Orientador e Professor da FDC-Fundação Dom Cabral (www.fdc.org.br)

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Arborização Urbana

O adequado desenvolvimento sustentável de Barra Velha não nascerá da oposição entre economia e meio ambiente, mas da integração inteligente entre ambos...

Na sua página oficial, a Fundação Municipal do Meio Ambiente de Barra Velha (FUNDEMA) se apresenta como o órgão ambiental do município, que tem o objetivo de “fazer cumprir a legislação ambiental”.

Mas, espera aí !!! Não deveria ser muito mais ?!?

A FUNDEMA deveria, sugeridamente, ampliar seu olhar para além da lógica puramente restritiva e assumir, com ainda mais ênfase, o papel de indutora de plantios corretos e de políticas eficazes de mitigação das devastações ambientais.

Mas, proteger não significa impedir o desenvolvimento e, sim, orientá-lo com critérios técnicos, sensibilidade social e visão estratégica de longo prazo.

É plenamente possível — e necessário — equilibrar preservação ambiental e crescimento socioeconômico, evitando que exigências técnicas se transformem em custos insuportáveis para empreendedores, agricultores, comerciantes e para o próprio município.

Ao incentivar, por exemplo, projetos de arborização planejada, com espécies adequadas ao solo, ao regime de ventos e ao bioma local, a fundação poderia promover benefícios concretos e mensuráveis. O sombreamento de vias urbanas, por exemplo, reduz ilhas de calor, melhora o conforto térmico, diminui o consumo de energia elétrica e qualifica os espaços públicos. A vegetação correta também contribui para a retenção de água da chuva, redução de erosões, melhoria da qualidade do ar e valorização imobiliária.

Enfim, árvores bem escolhidas (incluindo as denominadas “exóticas” pelos “ecochatos”) não são entraves ao progresso; constituem a infraestrutura verde, tão essencial quanto ruas bem pavimentadas ou redes de saneamento.

Além disso, o paisagismo urbano planejado fortalece a identidade da cidade, tornando-a mais acolhedora para moradores e atrativa para visitantes e investidores.

Enfim, uma política ambiental moderna precisa combinar fiscalização responsável com orientação técnica acessível, protocolos claros, prazos razoáveis e diálogo permanente com a sociedade.

Em resumo, mais do que dizer “não”, é preciso mostrar “como fazer certo”. Afinal, o desenvolvimento sustentável não nasce da oposição entre economia e meio ambiente, mas da integração inteligente entre ambos.

Isto tudo porque, quando o plantio correto é visto como investimento — e não como obstáculo burocrático — a cidade cresce com qualidade de vida, equilíbrio ecológico e prosperidade compartilhada.

Não é o que todos desejamos ?!? Quiçá tenhamos êxito, com apoio, nunca entraves de órgãos públicos !!!

 Coordenador:𝕰𝖒𝖎́𝖑𝖎𝖔 𝕯𝖆 𝕾𝖎𝖑𝖛𝖆 𝕹𝖊𝖙𝖔

PhD/Dr.Ing, PósDoc

Consultor, Mentor e Conselheiro

em Profissionalização, Governança e Sucessão de Empresas Familiares

www.consultoria3s.com

emiliodsneto@gmail.com

47 9 9977 9595

Ex-Professor na Engenharia Mecânica UFSC, Ex-Diretor Vice-Presidente WEG
Cofundador ARCO-ÍRIS Alimentos, Cofundador FECIAL Agroindústria
Conselheiro Deliberativo da ACIJS-Jaraguá do Sul, por mais de 30 anos

Integrante da Câmara das Indústrias do CDL de Barra Velha e São João do Itaperiú
Membro da AEBAVE-Associação Empresarial de Balneário Piçarras e Barra Velha

Membro da Associação Comunitária de Desenvolvimento de Itajuba
Candidato a Membro da Associação dos Moradores da Praia do Tabuleiro

Morador Fixo de Barra Velha, desde 21.10.2024

Um Apaixonado pela Vida, Trabalho e Entorno

Eterno Corredor de Risco (1953-…)

Corredor, desde 1974 (65 mil km)

Participante de Corridas de Rua, desde 2001 (520 km)

Ciclista de Estrada, desde 2004 (26 mil km)

Ex-Coordenador do Clube do Andarilho (1996-2006)

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Autor de 04 livros sobre “Excelência no Dia a Dia” e “Governança Empresarial Familiar”

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