quarta-feira, 15 de abril de 2026

quarta-feira, 1 de abril de 2026

Emílio da Silva Neto

Textos quinzenais (como os 👆👇) sobre EXCELÊNCIA NO TRABALHO E NA VIDA, sendo a “EXCELÊNCIA” a busca da melhor versão de cada um, em busca do desenvolvimento de empresas, cidades e estados, para um futuro melhor ao Brasil

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Conselheiro e Consultor Empresarial Familiar (www.consultoria3s.com)
Qualificando a Orientador e Professor da FDC-Fundação Dom Cabral (www.fdc.org.br)

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Estratégias para construir moradias populares

A continuidade do crescimento de Barra Velha depende muito, também, da existência de moradias a preços acessíveis, aos trabalhadores braçais que atendem os moradores locais

Para uma cidade crescer, há que haver, também, “mão de obra braçal”, como pedreiros, encanadores, eletricistas, pintores, atendentes de lojas e supermercados, garçons, cozinheiros e, por aí afora !!!

E estes precisam contar com moradias para si e suas famílias.

Vejam só que exemplo o de Itapema.

A prefeitura deste balneário traçou uma estratégia para tentar atrair construtoras interessadas em tirar do papel moradias populares.

Com o segundo metro quadrado mais caro do Brasil e a ascensão do mercado imobiliário de luxo, o cidadão comum viu os preços médios dos imóveis dispararem e, até mesmo, o aluguel ficou muito pesado no orçamento.

Por isso, a Prefeitura de Itapema abriu credenciamento para construtoras interessadas em tirar do papel 1,1 mil apartamentos. A proposta é a prefeitura doar os terrenos para a construção de condomínios.

Não serão apartamentos oferecidos gratuitamente, e, sim, financiados pelo programa “Minha Casa Minha Vida”, com valores entre R$ 210 mil e R$ 350 mil. A diferença, porém, é que as construtoras terão de dar um desconto aos compradores, referente aos valores das áreas de terra públicas recebidas para os imóveis.

Se a ideia der certo e surgirem construtoras interessadas, a expectativa é construir 1,1 mil apartamentos, com torres podendo ter até 12 pavimentos, com limite de 12 unidades por andar e prazo máximo de execução de 36 meses, após a assinatura do contrato de financiamento com a Caixa Econômica Federal.

Pelo menos 30% dos apartamentos serão na Faixa 2 do “Minha Casa, Minha Vida”, para famílias com renda entre R$ 2.640,00 e R$ 4.400,00 e até 70% à Faixa 3, para famílias com renda entre R$ 4.400,00 e R$ 8.000,00.

Solução muito interessante, não ?!? Em janeiro de 2026, Itapema tinha o segundo metro quadrado mais caro do país, na ordem de R$ 14.843,00, ficando atrás apenas de Balneário Camboriú.

Atualmente, segundo o governo local, o preço médio do aluguel de imóvel está em R$ 2,5 mil ao mês em áreas afastadas do Centro.
O reflexo deste movimento da Prefeitura Municipal de Itapema será direto na mão de obra da cidade, pois se ela não tiver onde se instalar, ela se mudará de município.

Que tal Barra Velha copiar esta ideia, não ?!? Afinal, a continuidade do crescimento da cidade dependerá muito da existência de moradias a preços acessíveis, não só para moradores, mas, também, aos que servem aos moradores.

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